Exigência dos consumidores move revolução na comunicação

No primeiro painel da tarde do último dia do MaxiMídia, as debatedoras Gal Barradas, da TV1, Mônica Carvalho, da DM9DDB, e Cristina Paslar, da Mastercard, discutiram as transformações e adaptações necessárias para a comunicação das marcas com a abundância de informações a disposição dos consumidores nos dias de hoje.

Mônica comparou a mudança à sistemática de dois jogos. “Antes a comunicação era mais parecida com o boliche. A gente arremessava uma bola grande e acertava um bom número de consumidores”, começou. “Hoje está mais parecido com um fliperama: a bola é menor, bate na marca, volta no consumidor, vai para outra marca. E essa bolinha não pode parar de quicar”.

Cristina afirmou que o profissional de comunicação tem que entender qual é a energia que move as pessoas. “Esse é o único caminho para determinar o papel adequado das marcas nas vidas das pessoas”, disse. “Não é uma imersão simples. Mas é fundamental.”

Para Gal, passamos por uma época de experimentações e nada mais será como antes. “Repetir as fórmulas é um grande erro. Não adianta ficar perseguindo o modelo. Não existirá mais um modelo,mas vários”, opinou.


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